Riqueza Natural

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Veja a lista dos funkeiros e djs que foram assasinados no Brasil!




O funkeiro Daniel Pellegrine, conhecido como MC Daleste, morreu após levar um tiro na barriga durante show em quermesse do CDHU San Martin, conjunto habitacional localizado no bairro São Marcos, em Campinas, na noite deste sábado (6). A Polícia Civil trabalha com duas hipóteses: crime passional e possível briga antes do show. Outros funkeiros - MCs e DJs - foram assassinados nos últimos anos. Relembre os crimes.
Raphael Rodrigues Paixão, o DJ chorão, morreu em setembro de 2012 após ser submetido ao tribunal do tráfico” no Complexo da Maré, na zona norte do Rio. De acordo com as investigações, ele foi esquartejado vivo diante de moradores. O motivo: teria contrariado os criminosos ao realizar uma apresentação musical em uma comunidade dominada por milicianos.
O MC Lula, que fazia dupla com o cantor Naldo, teve o corpo carbonizado no bairro de Padre Miguel, na zona oeste do Rio, em julho 2008. O corpo do funkeiro Jorge Luiz da Silva foi identificado depois de um exame da arcada dentária. Um dos sucessos da dupla foi a música Tá Surdo. Hoje Naldo, irmão da vítima, conquistou sucesso na carreira solo com a música Amor de Chocolate.
O dançarino Gualter Damasceno Rocha, conhecido como “Rei dos Passinhos”, foi assassinado depois de ser confundido com um criminoso que teria entrado em uma casa, em Bonsucesso, na zona norte do Rio. Ele foi visto pela última vez em um baile funk na favela do Mandela, em Manguinhos, zona norte, na noite de Réveillon. Levado ao IML (Instituto Médico Legal) e sem identificação, o corpo foi enterrado como indigente, onde um dos irmãos esteve e o reconheceu por fotos.
MC Felipe Boladão (à esquerda) e o DJ Felipe da Silva (à direita) foram assassinados em uma rua da Baixada Santista, litoral sul de São Paulo, com tiros à queima roupa em abril de 2010. Imagens de câmera de segurança gravaram os criminosos em uma moto. A baixada era um dos principais redutos do funk em São Paulo.
Os pais acompanhavam de perto da carreira do MC Felipe Boladão. O músico tinha um filho de três meses quando foi assassinado. O pai dele, Wellington da Silva Cruz, diz que Felipe mantinha-se longe da violência.

— Ele não gostava de arma. Ele tinha medo de arma, de violência. Ele foi criado com amor e carinho. 

Dois anos após o assassinato, nenhum suspeito havia sido preso.
Em abril do ano passado, Jadielson da Silva Almeida, o MC Primo, foi morto com cinco tiros na frente da mulher e dos dois filhos quando chegava em casa, também na Baixada Santista.
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